Picado pela serpente na semana passada, Pedro Henrique passou uma semana internado

Legenda: Cobra naja de 1,5 metro que picou um estudante de veterinária em Brasília e está no Zoológico da capital federal
Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília

Nesta quinta, a mãe do jovem, Rose Meire dos Santos Lehmkuhl, prestou depoimento por quatro horas na 14ª Delegacia de Polícia, no Gama  (região administrativa do Distrito Federal, a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília). Já o padrasto, o tenente-coronel da Polícia Militar do DF Eduardo Condi, foi alvo de uma operação da Polícia Civil que investiga tráfico de animais exóticos.

celular do militar foi apreendido. Ele também prestou depoimento durante a tarde. A Polícia Civil pretendia ouvir o estudante de veterinária. No entanto, ele não esteve na delegacia até o fim da tarde desta quinta.

Embora o Brasil proíba a criação desses animais, Lehmkul mantinha uma naja de cerca de 1,5 metro em sua casa, no Guará II. Picado pela cobra no último dia 7, ele socorrido às pressas e passou quase uma semana internado em um hospital particular do Gama, em coma induzido.

Alta

Na segunda-feira (13), o estudante recebeu alta médica. Seu tratamento exigiu que o Instituto Butantan remetesse de São Paulo para Brasília o soro antiofídico que tinha armazenado para o caso de um de seus pesquisadores que estudam a naja fosse picado.

Após o incidente, agentes do Batalhão da Polícia Militar Ambiental encontraram a naja dentro de uma caixa abandonada na região central de Brasília. O animal foi então entregue ao Ibama, que o repassou para o Zoológico de Brasília.

Dois dias após o caso do estudante vir a público, o Batalhão de Polícia Militar Ambiental encontrou 16 serpentes escondidas em caixas encontradas em uma área rural de Planaltina, a cerca de 40 quilômetros de Brasília. A própria corporação concluiu que os dois casos têm ligação.

Os policiais militares chegaram até o local graças a uma denúncia anônima. O dono da chácara onde as serpentes foram encontradas informou que não sabe como os animais foram parar ali.

Na sexta-feira (10), a Polícia Civil descobriu mais sete serpentes em uma chácara da região administrativa de Samambaia, no DF. A ação foi decorrente da Operação Squamata, que visou combater crimes contra a fauna e manutenção ilegal de répteis.

No sábado (11), a Polícia Civil apreendeu a segunda cobra pertencente a Pedro Henrique. Segundo a polícia, a jiboia arco-íris foi encontrada no apartamento de um suposto amigo de Pedro Henrique, também no Guará.

Fonte Diário do Nordeste

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