Os moradores de São Joaquim sentiram mais um tremor de terra na manhã desta segunda-feira.

O Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte voltou a registrar mais um pequeno tremo de terra no Interior do Ceará.

De acordo com o LabSis, o abalo sismico foi detectado às 5h49 desta segunda-feira (15), no distrito de São Joaquim, na zona rural de Quixeramobim. A magnitude atingiu 1.75 graus na escala Ricter.

O registro foi confirmado pelo coordenador da Defesa Civil de Quixeramobim, Paulo Gustavo.”Não ocorreu nenhum dano“, ressaltou Gustavo.

Além de Quixeramobim e de Madalena, onde também tem ocorrido abalos sísmicos a equipe de Boa Viagem monitora diuturnamente a região para prestar assistência à população em alguma situação de emergência.

O último tremor na região havia ocorrido no dia 7 de junho, de magnitude 1,8 na escala Richter foi sentido na área urbana de Boa Viagem e também em São Joaquim, localidade apontada pelos sismólogos como epicentro dos tremores.

O maior abalo sísmico detectado na região ocorreu na noite de 18 de abril passado, por volta das 23h30. O tremor de magnitude 3,3 foi sentido em diversas localidades dos municípios de Quixeramobim, Madalena e Boa Viagem e registrado por diversas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) operadas pela UFRN, inclusive a estação de Itapé (NBIT), a aproximadamente 1.100 km do epicentro, informou o LabSis.

Daquela data (18 de abril) até o primeiro dia de junho o Laboratório Sismológico registrou 1.285 tremores, sendo possível acompanhar a evolução da atividade sísmica na imagem abaixo. Por mais que sismos de maior magnitude não estejam ocorrendo com tanta frequência como nos meses de março e abril, os eventos ainda são recorrentes, esclareceu o Laboratório.

Causas

Tremores de terra são comuns no Ceará. Segundo o Laboratório de Sismologia da UFRN, os tremores ocorrem devido a fossas subterrâneas que estão constantemente em atividade sismológica. As fossas são ligadas ao encontro das placas tectônicas no Oceano Atlântico, que ligam a América do Sul ao continente africano.

Foto: Alex Pimentel

Com informações Diário Sertão Central

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